O calor e as chuvas típicas de verão criam condições propícias à reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue. Em Praia Grande, apesar do Ministério da Saúde ter liberado R$ 291.794,13 no final do ano passado para a prevenção da doença, o mês começou sem que ações de combate ao inseto tenham saído do papel.
A sensação de inércia é fruto da ausência de agentes de saúde nas ruas da Cidade. São os servidores que vistoriam e orientam os moradores sobre os cuidados no combate à dengue nos lares de Praia Grande. Eles também fiscalizam terrenos baldios, onde a população faz o descarte indevido de lixo e que pode se transformar em criadouro do mosquito transmissor da enfermidade.
A Tribuna apurou que as ações não são realizadas porque as duas viaturas da Divisão de Controle de Zoonoses, setor responsável pelo controle de pragas no Município, passam por manutenção mecânica. Outro problema é a falta de uniforme para os novos agentes de saúde. Como os servidores não estão caracterizados, muitos moradores não os recebem por suspeitarem de que não são funcionários da Prefeitura.
A situação se agrava com os inúmeros terrenos baldios no Município. Nesses pontos, a quantidade de material (como pneu, vasilhames e outros itens) facilita o acúmulo de água das chuvas e a proliferação do mosquito transmissor da dengue. As fiscalizações e autuações dos infratores são de competências dos agentes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos.
Fonte: A Tribuna On-line
Fala o Pião:
Mais uma vez a população é quem paga e tudo por causa desta administração
incompetente.